<%@ Language=VBScript EnableSessionState=False%> <% dim conEmpresasStr conEmpresasStr = "PROVIDER=Microsoft.Jet.OLEDB.4.0;DATA SOURCE=" & Server.MapPath("../data/Empresas.mdb") '---- CursorTypeEnum Values ---- Const adOpenForwardOnly = 0 Const adOpenKeyset = 1 Const adOpenDynamic = 2 Const adOpenStatic = 3 '---- CursorOptionEnum Values ---- Const adHoldRecords = &H00000100 Const adMovePrevious = &H00000200 Const adAddNew = &H01000400 Const adDelete = &H01000800 Const adUpdate = &H01008000 Const adBookmark = &H00002000 Const adApproxPosition = &H00004000 Const adUpdateBatch = &H00010000 Const adResync = &H00020000 Const adNotify = &H00040000 '---- LockTypeEnum Values ---- Const adLockReadOnly = 1 Const adLockPessimistic = 2 Const adLockOptimistic = 3 Const adLockBatchOptimistic = 4 %> Guia de Turismo da Madeira e Porto Santo
English Français German
 
• Introdução
Clima
História
Roteiro Cultural
Meios de Transporte
Artesanato
Folclore
Gastronomia
Turismo
Tempos Livres e Diversões
Festas
Porto Santo - Ilha Dourada
Mapas
Ficha Técnica
 


    
 -Actividades 
 -Alojamento 
 -Compras 
 -Desporto e Lazer 
 -Entidades Públicas 
 -Onde Comer 
 -Passeios Turísticos 
 -Produtos Regionais 
 -Serviços  
 -Transportes 
 -Turismo 
 -Vinhos da Madeira 

Museu Henrique e Francisco Franco

Dedicado aos irmãos Franco de Sousa, um pintor e outro escultor, artistas de nomeada nos Anos 20 deste século, amigos (em Paris) de Modiglianni e Picasso, foi inaugurado em 21 Agosto de 1987. O museu encontra-se montado num edifício típico da época áurea de produção destes artistas em Portugal, nos anos 40, e apresenta as suas melhores peças, produto do espólio dos atelieres do Funchal e de Lisboa.

Museu da História Natural

Desde 1882 até 1908, nas salas do museu do antigo Seminário do Funchal reuniram- se exemplares e colecções de vários ramos das Ciências da Natureza, recolhidos, organizados e classificados por esforços do padre Ernesto João Schmitz, sábio ornitólogo alemão que se estabelecera na Madeira em 1874.

Tendo assumido a Vice-Reitoria do Seminário Diocesano a 27 de Setembro de 1881, principiou, pouco depois, a organizar um Museu de História Natural, sugestionado pelos inúmeros exemplares endémicos, novos e raros, descobertos no vasto campo cientifico do território do arquipélago e pelo interesse manifestado por outros naturalistas estrangeiros em relação à ilha.

O padre Schmitz cultivou sobretudo a ornitologia, mas também se dedicou a mais ramos da história natural. Interessando-se vivamente por insectos, moluscos terrestres e marinhos, toda a flora de superfície oceânica, mereceram-lhe trabalhos especiais os campos das algas, das variedades conquilógicas, corolárias e ictiológicas.

Ao trabalho de investigação de Schmitz, juntam-se as importantes colecções de muscíneas e fanerogâmicas organizados pelo naturalista inglês James Johnson, com algumas espécies não assinaladas noutras partes do globo e com muitos exemplares recolhidos nas vizinhas ilhas das Canárias.

No domínio dos líquens e dos fungos incluem-se as colecções organizadas pelo Padre Jaime de Gouveia Barreto, que ao tempo substitui Ernesto Schmitz nas funções de conservador do Museu do Seminário.

São também de assinalar os contributos do biólogo madeirense Padre Armando Sardinha nomeadamente na conservação e indexação das colecções existentes e de inúmeros outros cientistas como Hartung, Gonçalves Costa, Carlos Menezes, Luisier, Persson, Mitten. Cardot, Potier de la Varde e Navás.

Este espólio, propriedade da Diocese, foi entregue à guarda do Jardim Botânico em 1982, de modo a constituir o núcleo de Museu de História Natural.

Museu de Arte Contemporânea

A Sala de Arte Contemporânea, inaugurada em 28 de Maio de 1984, e constituída por obras adquiridas ao longo de quase três décadas, quer em exposições colectivas e individuais, ou directamente aos próprios artistas, tendo mesmo algumas delas sido doadas. As primeiras obras que entraram para as colecções desta região, foram as da I e II Exposição de Pintura Contemporânea Portuguesa de 1966 e 1967 realizadas no Funchal.

Encontram-se entre outras, obras de António Areal, Helena Almeida, Nuno Siqueira, Manuel Baptista, Jorge Martins.

Para além de uma curiosa experiência “Op” de Artur Rosa, está na colecção também representado Joaquim Rodrigo, que é intrincheirada sobre o signo “POP”.

A colecção é também marcada com obra dos anos 60-70 de irreverentes jovens, que abandonando as produções escolares, se lançaram em experimentações. Tais são os casos de Lourdes de Castro e René Bertholo.

Os anos 70-80 estão representados com obras que vão da gravura à pintura, de artistas de criação mais recente, ou de obras de consagrados: de Bartolomeu Cid dos Santos, Gil Teixeira Lopes, António Bouca, Ilda Reis, Cargaleiro, José de Guimarães, Emília Nadal, Jorge Pinheiro, Carlos Calvet, António Palolo, Nuno Sampayo, Fátima Melo, Cruzeiro Seixas, Henrique Ruivo, Charters d’Almeida, Isabel Laginhas, Catarina Castelo Branco, Martha Teles, Guilherme Parente, Filipe Rocha da Silva, e mesmo, ao abrigo da lei do mecenato, um óleo de Maria Helena Vieira da Silva.

A colecção está a construir-se com progressivo peso e permanente actualização, e pretende afirmar-se como verdadeiro cartaz de divulgação de arte portuguesa contemporânea aos Madeirenses e aos que nos vêm visitar.